Blog

Gestão de Negócios Jurídicos

5 dicas para construir um ambiente colaborativo em seu escritório de advocacia

Integre setores e aumente a produtividade com uma gestão eficiente de informações e tarefas na área jurídica.

Por LawVision    |    Dia 18 de novembro de 2019
5 dicas para construir um ambiente colaborativo em seu escritório de advocacia

Você considera o seu escritório de advocacia um ambiente colaborativo de trabalho? Por mais que alguns gestores afirmem que sim, ainda é grande o número de empresas que têm dificuldades de implantar esse tipo de cultura.

Um ambiente colaborativo necessita de diversos aspectos para se desenvolver, o que inclui comprometimento dos gestores e dos colaboradores. Não se trata de uma meta estabelecida no papel que todos passam a perseguir. Trata-se, sim, de uma mudança de mentalidade e que deve ser reforçada dia após dia.

Se a construção de um ambiente colaborativo é uma das suas metas, então estamos aqui para ajudar. Abaixo, listamos cinco dias para tornar o seu escritório um ambiente mais próximo do ideal e dos padrões empresariais modernos.

1. Estimule um ambiente de confiança mútua

Para que todos se sintam à vontade para dar sugestões, participar e colaborar, é preciso que o ambiente seja propício. Se em seu escritório habitualmente não se ouve os subordinados e se as relações hierárquicas são bastante rígidas, antes de tudo será preciso investir em uma mudança de cultura.

A comunicação clara e objetiva deve ser estimulada, assim como as sugestões e a participação também devem ter o seu valor. Equipes com maior grau de autonomia costumam ser mais colaborativas. Compreender que a ajuda mútua entre setores é benéfica para o negócio leva tempo e só ocorre se houver confiança mútua entre as partes.

2. Invista nas habilidades dos seus colaboradores

Quando a empresa oferece apoio para os seus colaboradores para que eles se desenvolvam, acaba por consequência estimulando o trabalho em equipe. A participação em seminários, treinamentos e eventos do setor enriquece o currículo dos profissionais e os torna mais preparados para atuar de forma colaborativa.

O conhecimento e a observação estimulam o pensamento crítico. Dele, surgirão sugestões de melhorias, propostas de novas metodologias de trabalho e abertura para testar novas ideias. Estar aberto à inovação é algo que pode ser estimulado e que certamente trará muitos bons resultados.

3. Invista em tecnologia colaborativa

Grande parte das transformações que vemos na atualidade se deve à revolução tecnológica pela qual as empresas estão passando, e com os escritórios de advocacia não é diferente. É importante que a sua equipe jurídica tenha condições de seguir as mesmas tendências.

Para isso, softwares de business analytics e gestão de processos são fundamentais. É por meio deles que ocorre a coleta e a tabulação de informações, permitindo que os gestores tomes decisões mais assertivas baseadas em dados concretos.

4. Defina metas claras e realistas

Há quem acredite que jogar metas lá no alto motiva os colaboradores a se desdobrarem para buscá-las, mas esse é um ledo engano. Expectativas irrealistas frustram os funcionários, que se sentem muito mais acuados do que motivados a buscarem melhores resultados.

As metas propostas pelos gestores devem ser claras e realistas. Em outras palavras, tanto números a serem alcançados quanto prazos a serem cumpridos precisam ser exequíveis. Softwares de gestão como o LawVision, que permitem maior assertividade na análise de dados, são importantes para proposições tangíveis.

5. Ambiente colaborativo não se resume a um evento

A transformação de um ambiente de trabalho em um local colaborativo não é algo que ocorre da noite para o dia. Trata-se de uma construção de cultura, algo que acontece a partir de uma série de ações e comportamentos. De nada vai adiantar promover um evento tendo esse tema como foco se depois das palestras a realidade de trabalho dos colaboradores for diferente.

A construção de um ambiente colaborativo envolve a mudança de paradigmas. Relações hierárquicas mais flexíveis, abertura para testar novas metodologias e utilização de tecnologias de análise de dados são aspectos fundamentais nesse processo. Ele nunca está “concluído”, mas sempre estará em constante evolução.



Solicite uma demonstração